“I promise. I will never be your friend. No matter what. Ever”
Proclamo os meus pasteís novos como os melhores soporíferos jamais inventados. Isso e cansar o corpo na àgua. Proclamo o senhor que diária e cuidadosamente alimenta o gato amarelo abandonado ( e que ontem o procurava aflito) a pão-de-ló como o meu vizinho preferido ( vizinho preferido: o gato estava nas minhas traseiras, dei-lhe tostas que imperialmente ignorou, gostei dele , é exigente). Proclamo aquela rapariga daquele conto do Pedro Paixão ( a que viva para comer chocolates e mergulhar em filmes) como o meu alter-ego literário. E proclamo a frase acima como a única declaração decente e aceitável entre dois amantes.
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e não é suposto o amor desmembrar-nos?
acho que sim, desmembrar-nos e decapitar-nos…caso contrário é do falsificado.