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The exact words I needed to jumpstart my day

or even, maybe, (re)jumpstart my life! Brought to me by recomeçar

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Cobardia

devia ser elevada a pecado capital. Vou falar com o Ratzinger.

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Policial fixa com gorjetas

…é a frase escrita na embalagem de ganchinhos para o cabelo que comprei ontem no chinês. Fiquei hoje 20 minutos a ohar para ela. Será que está em espanhol e quer dizer alguma coisa que não entendo? Será que tem uma piada subjacente que eu não atinjo? Efeitos secundários de uma noite longa: inércia, ansiedade e pasmo demorado perante estas pequenas coisas.

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em franja

eu que tenho uma sensibilidade apurada para oscilações de temperatura nos olhares, de força nos abraços e de tremor nos medos com um ampliador de angústias acoplado e uma impaciência sem fim nem cura vivo por vezes em sobressaltos de rã em arfares de donzela prestes a desmaiar. já lhe chamaram macaquinhos no sotão. também mania da perseguição. mas por uma ou duas vezes acertei em cheio, grande “##$%%&.

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Always look on the brigth side of life

Esta tira do Calvin lembrou-me esta música dos Monthy -a do título do post- que me lembrou aquele filme de tanga que tanto gostei onde a vida da Gwineth Palthrow se desdobra em duas. Uma “pós-perder-o-metro-e-não-apanhar-o marido-adúltero-em-flagrante” na qual ela passa a trabalhar a entregar sandes e tem um penteado pobrezinho, rabo de cavalo tristezeco, e continua a ser traída à grande. Outra “pós-perder-o-metro-e-apanhar-o marido-adúltero-em-flagrante” na qual sai de casa, funda a própria empresa e tem um penteado efeito “wow” curto e platinado. Este filme fez-me então pensar se perdi o metro as vezes certas, se corri para a porta não se fechar nas erradas, no Efeito Borboleta, na impossibilidade de guiar a vida a esquadro e régua Mas nem vou por aí, chovem sapos, é o meu mês preferido – o do outono e dos lápis novos, o verdadeiro primeiro do ano para mim- e só isso interessa. E mais: ambas as Gwineths desdobradas foram parar ao hospital com uma panada de um carro e ambas conheceram o escocês cheio de sentido de humor e fã de Monty Phyton que lhes estava destinado.

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Saudades dela

Assim se aproximou do fim, entre pesadelos com a mãe louca e rotações impossíveis de espaços. Procurava na porta da rua a cozinha, na janela o armário dos cristais. No armário dos cristais, um suposto espelho devolvia-lhe uma imagem polida a sépia de tardes de brincadeira com os irmãos e só assim regressava à cama descansada.
Talvez na vida, quando as memórias empurram o presente e ocupam os dias de quem lentamente envelhece, quem tenha muitas e muito intensas inevitavelmente enlouqueça. Uma a uma conseguem-se enxotar. Mas não todas. Não continuamente. A mãe louca e nua a correr pela aldeia. A trazer-lhe de bandeja uma culpa não identificada, uma visão deturpada do que poderia ter sido “se ao menos”. As irmãs com 13 filhos, o casamento arranjado, os bebés que lhe fugiram antes de gatinhar. Repetia para si e para quem a ouvisse, entre costuras tortas, a sua história.
Assim se aproximou do fim, coração aberto, desventrado a todas as pequenas falhas que nos prendem à condição humana, que nos ancoram à terra. Berrou em cada dia numa voz lenta de louca pormenores tão particulares como. Como o lençol que bordou para o primeiro filho. Como a primeira palavra que leu à custa dos serões passados sozinha a decifrar um alfabeto hostil e desconhecido. Pormenores tão particulares que na sua voz repetidos à exaustão se tornaram a cortina do seu acto final. Ela desapareceu entre as suas memórias, ficou de si um linha por enfiar na agulha “quem me dera ainda ter a tua vista filha” e uma inquietação de bicho enjaulado. Foi isso que ficou. Isso e um amargo na alma, da ausência de doçura que a loucura traz, da falta de paz, da perdição que se sente quando as paredes rodam e os relógio se atrasam nas nossas costas

Palavras chave para os motores de busca de quem ela foi, que surja em resposta ao seu nome o seguinte ou que surja o seu nome resposta ao seguinte: amargo na alma, doçura imensa perdida, bicho enjaulado, linhas desencarrilhadas.

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My own private Nerdy moment

Descoberta recente: o ipapers. Recomenda-se a mentes desorganizadas que por azar do destino têm de armazenar no computador milhões de pdfs dobre assuntos obscuros e que nunca encontram “aquele” artigo entre as mil e uma pastas criativamente nomeadas.

Tira-se daqui:http://www.apple.com/downloads/macosx/math_science/papers.html.

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The state that I am in (24)

A abrigar-me de uma chuva de sapos. Às vezes roda tudo muito depressa e dá vertigens. Gosto. Gosto porque recupero ao de leve, muito muito ao de leve a sensação de espanto de existir com que a infância me presenteava em alguns momentos.

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“Who killed the pork chops? What price bananas? Are you my Angel?”

“What thoughts I have of you tonight, Walt Whitman, for
I walked down the sidestreets under the trees with a headache
self-conscious looking at the full moon.
In my hungry fatigue, and shopping for images, I went
into the neon fruit supermarket, dreaming of your enumerations!
What peaches and what penumbras! Whole families
shopping at night! Aisles full of husbands! Wives in the
avocados, babies in the tomatoes!–and you, Garcia Lorca, what
were you doing down by the watermelons?

I saw you, Walt Whitman, childless, lonely old grubber,
poking among the meats in the refrigerator and eyeing the grocery
boys.
I heard you asking questions of each: Who killed the
pork chops? What price bananas? Are you my Angel?
I wandered in and out of the brilliant stacks of cans
following you, and followed in my imagination by the store
detective.
We strode down the open corridors together in our
solitary fancy tasting artichokes, possessing every frozen
delicacy, and never passing the cashier.

Where are we going, Walt Whitman? The doors close in
an hour. Which way does your beard point tonight?
(I touch your book and dream of our odyssey in the
supermarket and feel absurd.)
Will we walk all night through solitary streets? The
trees add shade to shade, lights out in the houses, we’ll both be
lonely.

Will we stroll dreaming of the lost America of love
past blue automobiles in driveways, home to our silent cottage?
Ah, dear father, graybeard, lonely old courage-teacher,
what America did you have when Charon quit poling his ferry and
you got out on a smoking bank and stood watching the boat
disappear on the black waters of Lethe?”

Allen Ginsberg. A supermarket in california

Hoje troquei a palavra cantada pela falada no Ipod.Descobri que há mais quem se perca a deambular entre prateleiras alinhadas de detergentes, comida de cão e outras coisas que não se vão comprar a pensar em tudo menos comprar. A ver. Tudo menos os detergentes e a comida de cão. Descobri que asensação de alienação que a voz do padre na missa sempre me deu também a alcanço a ouvir o Allen. Vou ali aspirar a ouvir o Howl. 21:19 min para três divisões e nem mais um segundo.

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“it was very nice, hey honey, it was paradise”

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The state that I am in (21) – sponsored by little edie, the national and you

Small things like Stones and feathers Hand-made fake wings glued With our silly hopes To our backs broken and broken and broken again From jumping into dark hollow abysses not knowing not caring About reasons or outcomes Small things like Lost penny coins dried leaves from ancient trees Snake skins plastic rings small things all aligned along the sinuous roads of our kingdom inhabited by us only and secretly in the twilight of our love Small things like these we gather in the Technicolor screen of where we want to go of who we want to be Will you bear me by your side When I get all Grey Gardens like?

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The state that I am in (20)

..a viver dos sonos e dos sonhos
como toda a gente que conhecemos


Luís Filipe Cristovão, Pessoas como tu, E como ficou chato ser moderno

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Gosto de contrastes (1)

entre a voz doce do Caetano e a fúria da letra.

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Gosto de contrastes (2)

Corrijo, gosto de alguns contrastes. Não do que hoje encontrei entre o mais longo dia do ano e a cor cinzenta da praia do costume. Mas nem tudo está perdido. Apesar do estado de sítio na cozinha, a compota está bem e recomenda-se.

Adenda: está bem e recomenda-se caso o ponto castelo que se usa nas claras se aplique em compotas. A minha vence a lei da gravidade.

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Domestic goddess

Primeiro ataque à arte da compota. A minha vertente optimista diz que a panela ainda sobrevive. A minha vertente infantil chama pela mãe. A minha vertente cientista teme pelo futuro destes morangos, de certeza que toda a pectina saiu na espuma e a textura ficou comprometida. A actualizar, que mudei de panela. Devia ser mais fiel à Tefal. Vendo bem, devia ser mais fiel às compotas “Bone Maman”.

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Desporto no campo – tentativas

Se para mim correr por si só sem paragens nem batotas já é um grande desafio, com um rafeiro alentejano a mroder-me o ipod, os atacadores, contentíssimo a tentar derrubar-me para as silvas torna-se uma missão impossível…

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A feel good sound

I’m happy because I’m stupid
Scared of spiders, scared of flying
If i wasn’t so happy
I wouldnt be so scared of dying

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Filed under but don't forget the songs that made you cry and the so, The state that i am in

why

If every angel’s terrible
Then why do you welcome them

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