Keep calm and carry on

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Originalmente criado em pleno Blitz por um civil anónimo (em 1939, pré Mad Men entenda-se) como slogan de conforto face à ameaça Nazi. Na primeira imagem, como mantra inspirador no estúdio de Sarah Waters (autora do Nigth Watch curiosamente  passado durante o Blitz em Londres e que me proporcionou um fim de semana muito bem passado na minha companhia há uns largos meses). Na segunda um exemplar original maltratado pelo tempo e outros desastres numa estação de comboios. Ambas as imagens “emprestadas” pelo Guardian que aqui comenta o regresso em força deste slogan a pubs, casas, t-shirts, canecas e até fachadas de embaixadas.

Tão simples, abrangente, óbvio e eficaz.

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Retalho de futilidades do dia

– O “Milk” mesmo visto com a neura é um “granda” filme. E a interpretação do Sean Penn com alma e sem maneirismos uma “granda interpretação”. E a luz, a intercalação de cenas de arquivo com a ficção do filme, a morte no final filmada em quatro tempos, um deles a visão pela janela do cartaz da ópera favorita do Harvey…Talvez reveja.

– Fazer 30 anos não dói, mas espanto dos espantos, não traz maturidade e serenidade instantânea. “Storm in a teacup” forever, parece-me

– Ouvi na televisão: “Discutir lances duvidosos faz parte da magia do futebol”. Gostei, talvez comece a interessar-me por futebol em breve.

– Esta noite estava a lua mais linda que já vi, aliás vou ja sair daqui outra vez para a contemplar mais um bocadinho (vou tentar fotografá-la para ilustrar isto). É por estas e por outras, como ceus estrelados, barulho dos grilos, noites de silencio e espaço que cada vez sou mais ratinho do campo.

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Jai Ho

Adormeci ontem entre a Beyonce no pior meddley de sempre e uma das mil pausas para comerciais. Mas confirmei hoje que, tal como suspeitava, a Prom Queen é:

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Oscarizaria também a medalhinha da falecida chihuahua que o Mickey Rourke usou ao pescoço, o “look” da Tilda Swinton que ainda estou a decidir se gosto ou adoro,  o desprezo que deram ao Benjamin, ainda mais aborrecido e repleto de “grandes frases” a despropósito que a própria cerimónia (BTW, onde andava a Cate Blanchett?) e a dança final Bollywoodesca do Slumdog.

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O melhor de tudo…

..é que têm um cheiro igualzinho a umas sandálias de plástico que povoavam os meus Verões aí pelos 4 anos de idade. E os cheiros são a melhor máquina do tempo existente nesta realidade falheia aos filmes do Michael J. Fox.

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Now, could all the men in the audience stand up?

Uma das razões porque não gosto de chegar tarde ao cinema: os anúncios.

Este, que acabou de ser considerado o melhor anúncio de cinema de sempre:


(Depois disto, as top models com asas de anjo dos desfiles da Victoria´s Secret, parecem assim, um bocado sonsas, não?)

E este num modesto segundo lugar, mas my own personal favourite, toda a série:

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Japanese do it better

Aqui. Em directo das ruas de Tóquio e muito mas muito melhor que qualquer produção de moda numa “glossy magazine”!

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Resolução para o novo ano, em modo imperativo

Ama como a estrada começa

Mário Cesariny

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Não sei se do entorpecimento cerebral típico dos domingos, que me fez vibrar com os Diários de uma princesa 2 (girl power, do cor de rosa mas girl power), tomei a segunda resolução de 2009. Ser nómada o resto o resto da vida. Ainda estou indecisa entre o Woody e o Blueberry…(descoberto aqui)

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llha do paraíso

Assisti hoje, por indicação do “my own private TV guide”, à “Ilha do Paraíso” uma reportagem apresentada no jornal das 8 da Sic.

Sobre uma comunidade crudívora auto-suficiente, onde as crianças não vão á escola, não são vacinadas, não saem da comunidade e nunca viram uma Playstation. Como em relação à tourada e ao pudim de chocolate Boca Doce, não tenho opinião formada, mas enojou-me a manipulação feita no sentido de espicaçar a segurança social a resgatar as criançças que segundo a reportagem viviam “enlausuradas e de forma primitiva”.

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Men and Pans (3)

Neste caso Men and Pans and high pressure cookers, liquid nitrogen, texture analyzers..

Todo o meu respeito para alguém que durante semanas buscou a batata frita perfeita, medindo temperaturas, teores de humidade e amido e os picos de som ao mastigar num aparelhómetro. Quanto mais, mais crocante, quanto mais crocante melhor! Não fosse isso e bastava ter (re)inventado o chocolate wine.

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The state that I am in (28)

Não encerrei mas fiz balanço. Exercicíco típico do mês que corre. Relembro promessas, decisões, passos em frentre para trás e para o lado. Certa de que apesar de todas as incertezas estou imune a arrependimentos, estou no caminho construi. E vou continuar. A “olhar de frente o sol”

Depois do balanço fiz uma eclética “wishlist”na Amazon. De “Strangeland”da Tracey Emin a “On and food and cooking” do McGee.Um por mês, de mim para mim, em 2009 (não encontrei no site este, mas irá para a whislist de qualquer forma, será o de Janeiro). Primeira resolução.

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Men and pans (2)

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Men and Pans

Hoje desfrutando de um “TV dinner”, apanhei um prgrama muito mau, óptimo para desacelerar o cérebro, que se intitulava “Sexiest man alive”. No qual só acertaram no Jonhy Depp sendo os restantes 19 culturistas monossilábicos e estrelas pop a gozar os seus quinze minutos. Zappei para o “Jamie at home”. Jamie at home entusiasmadissimo com uns vegatais que plantara, com um tempero de churrasco, com uns mariscos ao vapor. O contraste. O que me fez decidir mudar uma rúbrica do estaminé “Men in tigths” (desculpa Carlos Acosta) para “Men and Pans”. Volto já!

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She was practiced at the art of deception

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playlist

que me faz correr durante meia hora. Inédito milagre. Vou patentear.

Rebellion (Lies) – Arcade Fire
Oh My God – Ida Maria Demos
Seven Nation Army – The White Stripes
Break My Body – Pixies
I Feel It All – Feist
Eight Steps – Electrelane
Viva la Vida- Coldplay
Memory of a Festival- dEUS

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Já cantava o Variações…

Tenho uma relação amor-ódio com o aqui, é bom imediatamente ao chegar, ainda melhor depois de partir, em retrospectiva. Ainda pior a relação com o agora. Daí melancólica. Daí ansiosa.

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Correntes

Como prova, minha querida, que não só gosto muito de ti mas também sou uma procrastinadora profissional, aqui vai a resposta à corrente que me encaminhaste:

Regras : colocar uma foto minha no blog (hum hum), escolher uma banda respondendo às questões com títulos de canções dessa banda (estes questionários andam cada vez mais rebuscados) e reencaminhar para 4 bloggers. Escolho Belle and Sebastian e aqui vai:

1) És homem ou mulher? I’m a cuckoo
2) Descreve-te: Is it wicked not to care?
3) O que as pessoas acham de ti? Asleep on a sunbeam
4) Como descreves o teu último relacionamento: You made me forget my dreams
5) Descreve o estado actual da tua relação: The rollercoaster ride
6 ) Onde querias estar agora? Another sunny day
7) O que pensas a respeito do amor? Expectations
8) Como é a tua vida? Wraped up in books
9) O que pedirias se pudesses ter só um desejo? A Summer wasting
10) Escreve uma frase sábia: Get me away from here I am dying

E passo ao Paulo, ao We, ao Garfield e à Pushpati,que não só devem ter umas respostas giras, como também me conhecem estando assim à vontade para se marimbar para estas correntes sem etiquetas virtuais…

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Tudo o que interessa

Instantes perfeitos. Porque condensam na minitude de um grão de pó tudo o que interessa. Os antídotos à anestesia que a constância por vezes traz. O medo de partir e medo de ficar. O formigueiro na ponta dos dedos ao tocar sempre pela primeira vez uma pele que tão bem se conhece. A electricidade estática que espirala a luz no ar e faz levitar as certezas para bem longe.

Many miles from where I’m sleeping
You share laughter in the evening
As do I, in the great divine
Yours is mine
We’ll find love
The kind we’re dreaming of

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Made my day – a alegria dos outros

4 boas vibrações de vozes distantes hoje ao abrir o gmail.

Palavras de entusiasmo de um ex-orientador que me enfiava chocolates nos bolsos à avôzinho depois de 3 horas a questionar cada palavra, suposição, conclusão minha. O bebé da A. que possivelmente nunca mais vou ver, vestido de abóbora ao colo da mãe para celebrar o Halloween nos EUA. A entrega da M., que me encheu de alegia e me lembrou a directa do projecto em casa dela a dizer disparates e a fotografar disparates . A confissão feliz e  envergonhada da K que prestes a terminar o PhD anda a planear uma vida de doméstica.

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Comprei gerberas. Entre o roxo e o rosa. Uma cor artificial muito bem conseguida, disponível em qualquer esquina no “sítio do costume”. Hesitei ao comprrá-las porque me lembraram aquelas flores azuis tingidas a tinta das bic. E uma tulipas quase negras que um ano despontaram do nada no nosso jardim fruto de cruzamentos aleatórios. E, mais importante ainda, as flores compradas por Colin para envergonhar o nenúfar que matou Chloé. Aí, comprei-as.

“Na vida, o essencial é emitirem-se opiniões a priori a propósito de tudo. Efectivamente, bem se vê que as massas erram e os indivíduos têm sempre razão.(…) Existem apenas duas coisas: o amor, de todas as maneiras, com raparigas belas, e a música de Nova Orleães ou Duke Ellington. O resto deveria desaparecer, porque o resto é feio...”

Boris Vian, execerto do prólogo de “A Espuma dos Dias”


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