Não vou almoçar enquanto não receber um mail de que estou à espera!
Filed under Sem-categoria
O meu cheiro preferido é o da loja “Mariazinha dos cafés” ( acho que é este o nome correcto) ao pé da Avenida da Igreja. É uma mistura de café, chá, Dr. Bayard e bolinhos secos. Cheira a lanche em casa da avó. O cenário ajuda, tem daqueles anúncios antigos da farinha maizena e afins, caixa registadora de mercearia antiga e prateleiras de madeira.
Filed under Sem-categoria
Posso mesmo dizer que estou quase tão apaixonada por este filme como este senhor está. O que se segue é este. Grandes expectativas!
Filed under Sem-categoria
“Batem leve levemente…”
Lá fora está tudo branquinho, e cá dentro brrrrrrrrrrrr brrrrrrrr…
Filed under Sem-categoria
Agora, todos juntos!
“so if you’re feeling low stuck in some bardo I, even I know the solution love, music, wine and revolution love, love, love music, wine and revolution…”
Filed under Sem-categoria
“When the rhythm calls the government falls
Here come the cops
From Tokyo to Soweto viva la musica pop
We are black & white and we dance all night down at the hop
and the letters were tall on the Berlin Wall viva la musica pop
so if you’re feeling low stuck in some bardo I, even I know the solution love, music, wine and revolution love, love, love music, wine and revolution
This too shall pass so raise your glass to change and chance and freedom is the only law shall we dance… ”
(World Love, dos Magnetic Fields)
Se a falta de jeito matasse…
Uma tarde, num destes sábados, fui visitar o museu de arte antiga e moderna de Bruxelas. Vim inspirada por um Dali (aquele com uns elefantes muito altos com as pernas fininhas) e por um Chagall lindíssimo que não conhecia (com um casal a namorar na rua e uma cores espantosas). Decidi, nesse mesmo momento comprar pastéis e papel e dar asas à imaginagação, ou melhor, dar corpo à imaginação. A sério, tinha imagens lindas na cabeça, formas e cores nunca vistas. Depois de algumas tentativas de apanhar a papelaria aberta depois do trabalho (fecha tudo incrivelmente cedo) lá consegui comprar o que queria e finalmente…desilusão total. As minha mãos não percebem nada que a minha cabeça diz. Fazem uns rabiscos sem estilo nehum. Mas não desisto. Nem que tenha de ir para a escola!
Até pintar tão bem como o Paul Klee pintou o meu quadro preferido.
Ladies and gentlemen; Fish Magic!

Filed under Sem-categoria
(Procuro que a tua imagem não deixe de existir em mim
fixo com força o teu sorriso num canto do meu olhar
Cerro os dentes com muita força
Isso impede-me de chorar)
Recuso-te trémulo e triste
Eras:
a festa e
a alegria
o mais brilhante e
o mais barulhento
Davas-me a esperança de a qualquer dia
O mundo despir este fato cinzento
Recuso o teu corpo suspenso
Recuso chorar-te lamentar-te
Festejo-te hoje e sempre
Só e secretamente
Tento reter:
Entre os braços um abraço teu
No meu rosto tenso um beijo teu
Eternamente
Filed under Sem-categoria
E ontem, numa pausa entre inundações, distracções e similares escrevi-te isto:
Tenho por vezes destes dias
Em que vida é uma coisa pequena que se amachuca e guarda no bolso
À espera de uma melhor oportunidade
Tenho também daqueles dias
Em que não sei o que fazer de mim
E até as linhas rectas me parecem labirintos
Ou daqueles em que tropeço, deixo cair e esqueço
Ou daqueles em que insisto em tudo o que não consigo
Mas sei que em todos eles estás comigo
A desembrulhar-me do bolso a vida amachucada
A ajudar-me a desafiar todos os labirintos
Filed under Sem-categoria
Agora, estou temporariamente afogada em botões, válvulas, programação e com um posto de controle à frente que parece uma nave espacial prestes a arrancar. Tenho, às vezes, de por os fones e ouvir uma música daquelas que me relembram quem sou: uma míuda que tem de fazer um certo esforço para não trocar a abertura com o fecho das válvulas e que se perde a sonhar acordada enquanto os tanques de água inundam o pavilhão porque se esqueceu de fechar um botão.
Filed under Sem-categoria
Yuuupi! Está sol outra vez!!!
Filed under Sem-categoria
Porque é que às vezes o chão nos foge e temos de reaprender a andar?
E por mais que apertemos as mãos o que tentamos salvar escapa-se entre os dedos?
Filed under Sem-categoria
hoje senti isto:

Filed under Sem-categoria
Está ali um senhor, naquele programa de entrevistas com espelhos, a dizer que existe vida nos ambientes mais hostis. Existe vida no gelo, no fundo mais fundo dos oceanos, quase no centro da terra. Se o programa fosse interactivo perguntava-lhe já: porque é que a vida me parece ás vezes tão desconfortável, se tenho todo o oxigénio e nutrientes que necessito, se vivo à temperatura ideal para as minhas enzimas, e se não me pesam metros de água salgada em cima?
Filed under Sem-categoria
Onde estão agora as tuas mãos, que me pareciam tanto folhas de Outono que por vezes dava por mim com medo que se desprendessem dos teus braços e flutuassem lentamente até ao chão?
Qual é o chão que agora pisas com os passos lentos e dolorosos, com o desequilíbrio que tentavas disfarçar?
A quem contas agora as tuas histórias tão antigas? Quem te faz o chá quente, verde e muito doce como gostavas? A quem estendes agora pacotes de bolachas às escondidas?
Como ousaste partir desta maneira, desvaneceste-te no tempo até ficares transparente?
E agora o que resta de ti é uma caixa vazia e um papel onde ensaiavas teimosamente a tua assinatura que aprendeste sozinha.
Filed under Ilusões que salvam
Mas hoje tenho mesmo de te dizer: só passaram 20 horas e já fazes tanta falta aqui.
Filed under Sem-categoria
E também resultou nisto….

…uma óptima companhia para os bombons
Filed under Sem-categoria
O Natal resultou nisto…

…milhões deles espahados pela casa.
Só mais um, é o último…
Filed under Sem-categoria
Estou preocupada: na pressa de engolir as 12 passas a tempo dos desejos serem realizados, comi-as TODAS ao mesmo tempo. Terei sido desclassificada?
Filed under Sem-categoria
Um sorriso…

…e que sorriso!
(As cortinas novas vão ter de esperar, não sei mudar o código esquisitíssimo do template.)
Filed under Sem-categoria