Não estivesse eu avessa ao materialismo (isto passa, isto passa…) pedia ao Pai Natal este vestido. Não estivesse eu avessa ao esoterismo (este avesso, sim, é para ficar…) e teria ficado bem satisfeita de adivinhar o signo do Serge. Não há um que se escape entre os piscianos.
Gainsbarre
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Shhhhh,se se fizer muito barulho as palavras irão estalar com o frio. E dá uma trabalheira limpar estilhaços.
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1/2 dúzia ou assim de pares música/reacção como barómetro de reorganizações (in)ternas
“love will tear us apart” passou de “é sempre a mesma merda” para “fingers crossed”, “can’t always get what you want” passou de “verdade” a “querias”, “I’m too afraid to loving you” de “mesmo isto” para “que se lixe” e, finalmente, por agora, “enjoy the silence” passou de indiferente a causador de sorriso parvo,
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Em forma de adivinha
I’m the world you’ll never see
I’m the slave you’ll never free
I’m the truth you’ll never know
I’m the place you’ll never go
I’m the sound you’ll never hear
I’m the course you’ll never steer
I’m the will you’ll not destroy
I’m the gin in the gin-soaked boy
(…)
Who am I?
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All of her friends call her Alaska
Ao contrário da amostra pouco significativa de pessoas com quem tenho discutido o estado do tempo nas últimas horas, estou verdadeiramente feliz com esta chuva diluvial. Até sinto o cheiro a lareira e broas quentes por reflexo pavloviano, que mais pedir ao S. Pedro?
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para 90 minutos de “stills” como estes ou melhores e subtis mudanças de luz que contam só por si a história toda, inserir o Single Man no leitor de DVD e agradecer ao Tom Ford.
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Esta semana vou exigir ao meu segundo cabeleireiro preferido que me transforme na Françoise Hardy daquela fotografia em que aparece de t-shirt às riscas e sorriso amuado. Haja tesoura.
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Qualquer motivo é um bom motivo para
publicar uma imagem do Vincent. Esta vai à especial atenção deste coleccionador de instantes bonitos

Roubado aqui:http://womanopole.blogspot.com/2010/03/eyes.html
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The state that I am in (29) (opção 2 vencedora – baralhá-las de vez)
Febril e enovelada, com vontade de ter guelras e ir viver para um filme. Para este.
Fechei há dias, em momentos de isolamento no papel muito respeitados pela companhia de viagem, o Disgrace. Segue-se a prova do quão bom é. Há minutos, num telefonema, a propósito de vinhos, conto a história de um amigo “já nem sei bem qual” que levou um “late harvest” para um jantar e teve de o beber sozinho pois não fora apreciado pelos donos da casa, que além de quase abstémios o abriram para acompanhar a refeição. O “amigo”, acabo de perceber, que a minha senilidade ainda é intermitente, foi o ficcional David Lurie na sua visita de expiação de culpas aos pais da sua amante-aluna.
Ando também em busca de um “spoiler” que nos últimos dias tenho pensado muitas vezes no seguinte: naquela séria em que Toni Collete tinha múltiplas personalidades (thumbs up para a camionista e para a entidade sub-humana), qual era afinal o acontecimento responsável por tão maravilhoso e libertador distúrbio?
Note to self: das duas uma; ou arranjar forma de limitar melhor realidade e ficção, ou baralhá-las de uma vez por todas….
Boris dixit
“That’s why I can’t say enough times, whatever love you can get and give, whatever happiness you can filch or provide, every temporary measure of grace, whatever works.”
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The state that I am in (28)
Sou sempre muito “kitsch” aos Domingos à noite. Mas hoje atingi um “new low”: o Rei em carros de corrida.
Intrigadísssima e fascinada com a maquilhagem 70’s da menina da fita, será aquilo lápis branco contornado a lápis preto?
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Ten decisions shape your life
aos 2:57 e em countdown para ouvir neste contexto.
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The state that I am in (?)
Dores nos músculos da barriga. De tanto rir. A “silly season” recomenda-se, mas só uma vez por ano. Hoje foi o relato detalhado no português cantado do Brasil do historial amoroso da senhora que me ajuda semanalmente a evitar que a minha casa se torne inabitável. Ai, os verbos giros que aprendi. Qual Casa dos Budas ditosos, a realidade supera sempre a ficção.
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The power of the heart
Orgasmo no coração. Expressão bonita (a mais bonita em ex-aequo com a vertigem de viver da Lispector). E são os melhores, parece-me.
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