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Oh tell me whyyyy I don´t like Sundays…

…esta aversão começou em pequenina com a obrigatória missa. Da qual só escapava ao fingir dormir a manhã toda (sofredora de insónias, o meu descanso era muito respeitado pelos progenitores). Isto era penoso, eram horas de tédio e abstenção de desenhos animados. E por aí continuou até hoje em que os Domingos nunca conseguem ter qualquer utilidade, vão fluindo entre aqui e ali, propensos a intensificações de neuras quando as há. Hoje decidi contrariar a tendência. Organizei sapatos por cores. Trablhei um bocadinho. Actualizei o a visualização de Gossip Girl (B rocks) e Rockefeller 30. E passei bons momentos no sofá a folhear a Pública, o I de ontem (ainda não convencida, vou dar-lhe mais um fim-de-semana) e este livro que andava a namorar há um ano e que a crise e a desvalorização da libra me permitiram arrecadar por um um décimo do que vale. E com o qual já aprendi tanto. Um dia partilho aqui. Agora termino o dia a partilhar mais esta inconsequência enquanto na televisão a Bárbara se passeia com um vestido inenarrável nos Globos de Ouro, dourado, justo e com cauda.

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Your greatest creation is the life you lead (3)

Descobri tardiamente, num sábado chuvoso e numa sala quase vazia a história da Marji. E a avó da Marji, com os melhores conselhos que já ouvi e uma perspectiva resiliente, prática e optimista sobre a vida que me comoveu e inspirou. Ainda mais porque me recordou a querida E. antes de a senilidade a arrastar para uma dimensão intermédia entre aqui e ali.

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A boa notícia do dia

é que após 30 anos de vida confeccionei pela primeira vez uma sopa comestível e de cor agradável à vista.

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Your greatest creation is the life you lead (2)

Na cabeceira Strangeland. No ecrã do computador, a intervalos regulares esta coluna.

Os meus super-heróis não voam nem perseguem criminosos nem gerem fortunas. Criam beleza de qualquer migalhinha de alegria, tristeza ou vulgaridade em qualquer circunstância.

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Peguei num pauzinho. Encostei-o à terra. Rodei-me rodei-o 360º. Declarei esse espaço meu. E legislei: aqui só entram corações fortes e puros.

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“Your greatest creation is the life you lead”

Não deixar que resvale para uma novela das 8, evitar lugares-comuns na narrativa, morais de sacristia em voz-off na cabeça, rasgos de heroísmo bacoco, planos feios, vilões, cobardes, maneirismos e afectações, rotinas lobotomizantes e dependências.Não deixar que resvale para uma novela das 8, evitar lugares-comuns na narrativa, morais de sacristia em voz-off na cabeça, rasgos de heroísmo bacoco, planos feios, vilões, cobardes, maneirismos e afectações, rotinas lobotomizantes e dependências. Não deixar que resvale para uma novela das 8, evitar lugares-comuns na narrativa, morais de sacristia em voz-off na cabeça, rasgos de heroísmo bacoco, planos feios, vilões, cobardes, maneirismos e afectações, rotinas lobotomizantes e dependências.Mas acima de tudo deixá-la ser única na sua imperfeição.

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Keep calm and carry on

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Originalmente criado em pleno Blitz por um civil anónimo (em 1939, pré Mad Men entenda-se) como slogan de conforto face à ameaça Nazi. Na primeira imagem, como mantra inspirador no estúdio de Sarah Waters (autora do Nigth Watch curiosamente  passado durante o Blitz em Londres e que me proporcionou um fim de semana muito bem passado na minha companhia há uns largos meses). Na segunda um exemplar original maltratado pelo tempo e outros desastres numa estação de comboios. Ambas as imagens “emprestadas” pelo Guardian que aqui comenta o regresso em força deste slogan a pubs, casas, t-shirts, canecas e até fachadas de embaixadas.

Tão simples, abrangente, óbvio e eficaz.

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Retalho de futilidades do dia

– O “Milk” mesmo visto com a neura é um “granda” filme. E a interpretação do Sean Penn com alma e sem maneirismos uma “granda interpretação”. E a luz, a intercalação de cenas de arquivo com a ficção do filme, a morte no final filmada em quatro tempos, um deles a visão pela janela do cartaz da ópera favorita do Harvey…Talvez reveja.

– Fazer 30 anos não dói, mas espanto dos espantos, não traz maturidade e serenidade instantânea. “Storm in a teacup” forever, parece-me

– Ouvi na televisão: “Discutir lances duvidosos faz parte da magia do futebol”. Gostei, talvez comece a interessar-me por futebol em breve.

– Esta noite estava a lua mais linda que já vi, aliás vou ja sair daqui outra vez para a contemplar mais um bocadinho (vou tentar fotografá-la para ilustrar isto). É por estas e por outras, como ceus estrelados, barulho dos grilos, noites de silencio e espaço que cada vez sou mais ratinho do campo.

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Jai Ho

Adormeci ontem entre a Beyonce no pior meddley de sempre e uma das mil pausas para comerciais. Mas confirmei hoje que, tal como suspeitava, a Prom Queen é:

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Oscarizaria também a medalhinha da falecida chihuahua que o Mickey Rourke usou ao pescoço, o “look” da Tilda Swinton que ainda estou a decidir se gosto ou adoro,  o desprezo que deram ao Benjamin, ainda mais aborrecido e repleto de “grandes frases” a despropósito que a própria cerimónia (BTW, onde andava a Cate Blanchett?) e a dança final Bollywoodesca do Slumdog.

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O melhor de tudo…

..é que têm um cheiro igualzinho a umas sandálias de plástico que povoavam os meus Verões aí pelos 4 anos de idade. E os cheiros são a melhor máquina do tempo existente nesta realidade falheia aos filmes do Michael J. Fox.

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Now, could all the men in the audience stand up?

Uma das razões porque não gosto de chegar tarde ao cinema: os anúncios.

Este, que acabou de ser considerado o melhor anúncio de cinema de sempre:


(Depois disto, as top models com asas de anjo dos desfiles da Victoria´s Secret, parecem assim, um bocado sonsas, não?)

E este num modesto segundo lugar, mas my own personal favourite, toda a série:

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Japanese do it better

Aqui. Em directo das ruas de Tóquio e muito mas muito melhor que qualquer produção de moda numa “glossy magazine”!

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Resolução para o novo ano, em modo imperativo

Ama como a estrada começa

Mário Cesariny

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Não sei se do entorpecimento cerebral típico dos domingos, que me fez vibrar com os Diários de uma princesa 2 (girl power, do cor de rosa mas girl power), tomei a segunda resolução de 2009. Ser nómada o resto o resto da vida. Ainda estou indecisa entre o Woody e o Blueberry…(descoberto aqui)

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llha do paraíso

Assisti hoje, por indicação do “my own private TV guide”, à “Ilha do Paraíso” uma reportagem apresentada no jornal das 8 da Sic.

Sobre uma comunidade crudívora auto-suficiente, onde as crianças não vão á escola, não são vacinadas, não saem da comunidade e nunca viram uma Playstation. Como em relação à tourada e ao pudim de chocolate Boca Doce, não tenho opinião formada, mas enojou-me a manipulação feita no sentido de espicaçar a segurança social a resgatar as criançças que segundo a reportagem viviam “enlausuradas e de forma primitiva”.

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Men and Pans (3)

Neste caso Men and Pans and high pressure cookers, liquid nitrogen, texture analyzers..

Todo o meu respeito para alguém que durante semanas buscou a batata frita perfeita, medindo temperaturas, teores de humidade e amido e os picos de som ao mastigar num aparelhómetro. Quanto mais, mais crocante, quanto mais crocante melhor! Não fosse isso e bastava ter (re)inventado o chocolate wine.

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The state that I am in (28)

Não encerrei mas fiz balanço. Exercicíco típico do mês que corre. Relembro promessas, decisões, passos em frentre para trás e para o lado. Certa de que apesar de todas as incertezas estou imune a arrependimentos, estou no caminho construi. E vou continuar. A “olhar de frente o sol”

Depois do balanço fiz uma eclética “wishlist”na Amazon. De “Strangeland”da Tracey Emin a “On and food and cooking” do McGee.Um por mês, de mim para mim, em 2009 (não encontrei no site este, mas irá para a whislist de qualquer forma, será o de Janeiro). Primeira resolução.

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Men and pans (2)

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Men and Pans

Hoje desfrutando de um “TV dinner”, apanhei um prgrama muito mau, óptimo para desacelerar o cérebro, que se intitulava “Sexiest man alive”. No qual só acertaram no Jonhy Depp sendo os restantes 19 culturistas monossilábicos e estrelas pop a gozar os seus quinze minutos. Zappei para o “Jamie at home”. Jamie at home entusiasmadissimo com uns vegatais que plantara, com um tempero de churrasco, com uns mariscos ao vapor. O contraste. O que me fez decidir mudar uma rúbrica do estaminé “Men in tigths” (desculpa Carlos Acosta) para “Men and Pans”. Volto já!

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playlist

que me faz correr durante meia hora. Inédito milagre. Vou patentear.

Rebellion (Lies) – Arcade Fire
Oh My God – Ida Maria Demos
Seven Nation Army – The White Stripes
Break My Body – Pixies
I Feel It All – Feist
Eight Steps – Electrelane
Viva la Vida- Coldplay
Memory of a Festival- dEUS

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