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Afinal não fui, que é como quem diz: Ai, alguém torne o meu sofá duro como os bancos de igreja, dinamize a minha alma ociosa e sedenta de “junk tv” e acrescente 3 ou 4 zeros ao meu extracto.

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Vejo o “Último Samurai” e distraio-me do Tom a pensar-que “o Japão deve ser lindo”, babo por Nova Iorque de tal maneira a ver o “Sexo e a cidade” que já nem sei com quem anda a Carrie e fico com os pelitos arrepiados pela Índia  no “Casamento debaixo de chuva”. Vou mas é pegar numa mochila enorme e cheia de correias com utilidade misteriosa tipo Coronel Tapioca  e numas sandálias  das mais-feias-do-mundo-como-é-que isto ficou-na-moda e correr a aldeia global. É isso, vou , vou…

 

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Estava aqui a pensar que…

…não há distância que vença a tecnologia (e ainda bem).

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That’s why “I’m mad about the boy”

 

Um rapaz que fica à beira da lágrima perante uma trouxa de ovos e que após um fantástico bife recheado de queijo da serra se lamenta “agora é que ainda me vai custar mais deixar Portugal” só pode ser a minha peça vizinha do puzzle, só pode.


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Dúvida (2):

Como lavar os olhos de tudo o que tocaram até hoje?

Quando era pequenina às vezes acontecia-me distrair-me tanto do mundo que quando “voltava” verificava com espanto que existiam formas, cores e volumes.

Agora apetecia-me.

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DÙVIDA:

Poderá ser menos que maravilhoso…



…viver aqui?

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Chorar?

Eu não chorei, afinal fomos os melhores entre as equipas cujo futebol não conduz ao bocejo.

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Inscrição

Quando eu morrer voltarei para buscar

Os instantes que não vivi junto do mar

Sophia Mello Breyner Andresen

😦

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“Back to life, back to (this strange) reality…”

Uma mãe é uma mãe é uma mãe e a minha juntou todas as GR’s na minha ausência. Meio ensonada ainda consigo ler meia dúzia de crónicas de um blogueador para matar as saudades.

Uma mãe é uma mãe é uma mãe e a minha fez todos os petisquinhos preferidos.

Descubro que ainda sei conduzir (Uffa!).

Faço a revisão de imprensa no monte de revistas da sala fico a saber que a filha do Carlos Cruz está a tentar bater o recorde do Guiness de miúda mais tatuada (todas com um significado “muito especial” que oscila entre Buda, ex-namorado e símbolos tribais), a Fernanda Serrano está careca mas ainda fica mais gira e Pimpinha encontrou um namorado que gosta dela pelo que ela é e não por ser “uma figura pública”.

Na revista onde a minha prima de 11 anos actualiza os “Morangos com Açúcar” vejo que a melhor amiga da suposta namorada do Cristiano Ronaldo expôs toda a intimidade da amiga diz que ela está desesperada a tentar contactá-lo e que provavelmente está grávida (agradecia o contacto da a melhor amiga da suposta namorada do Cristiano Ronaldo, quero recomendá-la como confidente da senhora do “guichet” do banco que me “chamou atraso de vida” baixinho a pensar que eu não ouvia quando enganei a preencher um impresso).

Portugal está na final, lá fora toda a gente festeja e eu nem força tenho para pestanejar, ai…

Hoje acordo na minha casa que por agora ainda me parece estranha e vejo (leia-se rereconfirmo) que a CC é uma querida e está a merecer os bombons prometidos, hhihihih…

Sou obsessiva-compulsiva e não confio nos correios. Enviei uma carta muito importante em correio azul registado do país onde estava até ontem para outro. Agora estou num terceiro (este, o meu e o melhor!), a carta está atrasada e eu já a aplicar teoria da conspiração a imaginar os carteiros a deitar cartas ao rio porque está sol e querem é ir apanhar sol para o parque, como é que dará para confirmar isto, telefonar para os correios de onde enviei, para os do destinatário, devolvem para o meu endereço? Aiii, acho que hoje ainda me vão chamar novamente “atraso de vida” (episódio marcante da minha vida, foi aí que nasceu a minha alergia a impressos e formulários, fico logo assim com uma cara séria de quem vai para a guilhotina).

Por mim já estava na praia mas uma mãe é uma mãe é uma mãe e a minha organizou um comité de boas-vindas que consiste em senhores do gás natural a adaptar o fogão (já disseram que o esquentador estava mal montado, já conseguiram entalar um martelo nuns ferros da parede e oiço mais vezes do que seria desejável “aiaia isto só a mim” e “agora, o que é que eu faço”).

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É muito importante ter objectivos de vida (3)…

..sério, profundos e edificantes. Isto só para dizer que aqui se leiloam vestidos vintage dos anos 50.

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É muito importante ter objectivos de vida (2)

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POR AQUI, AGORA…

…chovem sapos.

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Isto o futebol anda muito místico. Os meninos estão com uma garra sobrenatural, os santinhos estão com eles, o guru futebolistico também… e eu que comecei a vibrar com isto há pouco tempo dou por mim com o coração a crescer assim muito muito muito em frente ao televisor, com lagrimita ao canto do olho com a expressão do guru no fim do jogo. Aiii…

E aos comentadores da BBC (RTPi, “shame on you”) que estavam cheios de arrogância e confiança no início do jogo ( que a equipa deles era o máximo, que os nossos jogadores eram um bluff e blablabla)e que no fim conseguiam pôr em cada frase (juro, foi mesmo em todas) a expressão “unfairly disallowed goal, só posso dizer: nhanhanhannhana nhanhannhanhana!

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Numa fotografia não sei se me aguentaria, a imobilidade assuta-me. Ia acabar por a rasgar. Só que em certos dias vivo neste filme. A montra do que quero muda a cada dia, viciada em obrigar cada momento e cada coisa mínima a ter a sua beleza, por vezes troco a luta pela ilusão e sinto-me feliz a espalhar migalhas de croissant à porta do que amo, sento-me à esquina do que me aguarda e recuso-me sequer a estender a mão à realidade.

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AVC, ASC, ETM.LDF , PAA, CAHQG. Não percebem nada? Pois, ainda não foram espreitar aqui esta revisão especializada, comentada a actualizada ao potencial de diversos actores das últimas décadas.

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O ano passado fui ao solstício de Verão em Stone Edge. À espera de uma experiência pagã de comunhão com a Natureza e de ver o aclamado efeito que o sol faz ao nascer entre duas pedras que lá estão. À espera disso e muito mais e a encontrar: milhares de pessoas (30 milhares mais precisamente) a andar de um lado para o outro aleatoriamente, hippies de 80 anos que se julgavam feiticeiros, desfiles de alucinados, jambés (claaaaaro), meninos bêbados a atirarem-se de cima das pedras, dores nos pés, rabujice de fome e sede, bancadas de cachorros quentes em locais estratégicos. Uma feira, portanto. Uma feira gira, mas ainda assim uma feira. A comunhão pagã com a natureza revelou-se difícil debaixo de pisadelas, empurrões e à luz dos neons das roullotes. Ainda pensei que o registo da visão do sol a espreitar no horizonte (aplaudido pelos 30 mil presentes, isso foi giro) me desse tarde a ilusão mais de ter sentido alguma coisa de especial nessa noite mas as fotografias ficaram todas escuras. Mesmo uma de que eu estava especialmente orgulhosa: uma cabecita loira às cavalitas do pai a tapar quase todo o sol que nascia. Estou condenada a cair nestas esparrelas até ao fim dos meus dias. Adolescência crónica, é o que é…

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Ganhámos, pois foi. Nunca mais digo mal do Nuno Gomes (logo eu que adorava aquela anedota dos hamburguers que ele estava a dever ao Mac), gostei muito que “nuestros hermanos” fossem direitinhos para o país vizinho, estavam mesmo a pedi-las depois daquela barulheira toda em volta do árbrito, e era tudo mentira porque ele não só metia respeitinho como não caía no “ai-caí-empurraram-me”. Mais não digo para não levar com um “coitada-agora-que-sabe-o-nome-de-meia-dúzia-de-jogadores-acha-se-entendida-nisto-e-está-a-armar-se-em-comentadora”.

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Ontem anunciaram mais um “mega-apreensão” de haxixe no telejornal. Lá filmaram, como de costume, os carros envolvidos os telémoveis, o dinheiro e, isto sim eu adorei, as barrinhas de haxixe, arranjadas tipo lego em feitio de P S P. E depois venham-me dizer os polícias não têm sentido de humor e sensibilidade artística.

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E depois veio um dia atrás do outro

Chegaram numa fila longa e ordenada

Iam-me batendo à porta, que eu abria

Entravam

Traziam-me coisinhas pequeninas

Como palavras amigas emitidas de

Sorrisos cúmplices

Sonhos caseiros pancadinhas no ombro

E amostrinhas de revistas

Traziam-me coisas grandes

Como medos muito fundos

Incertezas muito longas

Saudades pesadas como pedras

Que se encaixavam miraculosamente

Nos meus ombros tão estreitos

Entravam, limpavam os pés

Alguns chegaram a descalçar-se

Para falar mais à vontade

De imagens que me deveriam preencher

De ambições que me deveriam fazer mexer

Veio um dia atrás de um dia atrás do dia

Em que me levantei

Esfreguei os olhos nublados

Forcei os pés cansados

E quando me preparava para sair

Pensei no dia que viria

Quem lhe abriria a porta

Quem estaria lá para o receber

Assim me detive

E permaneci

Aqui

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E as boas notícias de hoje são, tchananananam:

-Dentro de 47 minutos vou ter a banda sonora do Kill Bill

-Reclamei com uns senhores em relação a uma exclusão estúpida fruto de miudezas burocráticas e não é que me deram ouvidos ( e, espanto dos espantos quando a velha cunha já tinha falhado).

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