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All of her friends call her Alaska

Ao contrário da amostra pouco significativa de pessoas com quem tenho discutido o estado do tempo nas últimas horas, estou verdadeiramente feliz com esta chuva diluvial. Até sinto o cheiro a lareira e broas quentes por reflexo pavloviano, que mais pedir ao S. Pedro?

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para 90 minutos de “stills” como estes ou melhores e subtis mudanças de luz que contam só por si a história toda, inserir o Single Man no leitor de DVD e agradecer ao Tom Ford.

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Qualquer motivo é um bom motivo para

publicar uma imagem do Vincent. Esta vai à especial atenção  deste coleccionador de instantes bonitos

Roubado aqui:http://womanopole.blogspot.com/2010/03/eyes.html

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Boris dixit

“That’s why I can’t say enough times, whatever love you can get and give, whatever happiness you can filch or provide, every temporary measure of grace, whatever works.”

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“This is the blue period”

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Ten decisions shape your life

aos 2:57 e em countdown para ouvir neste contexto.

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Quem diria?

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…7, 7 1/2, 7 3/4….

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Dilema do serão – Acosta vs Baryshnikov

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The state that I am in (?)

Dores nos músculos da barriga. De tanto rir.  A “silly season” recomenda-se, mas só uma vez por ano. Hoje foi o relato detalhado no português cantado do Brasil do historial amoroso da senhora que me ajuda semanalmente a evitar que a minha casa se torne inabitável. Ai, os verbos giros que aprendi. Qual Casa dos Budas ditosos, a realidade supera sempre a ficção.

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The power of the heart

Orgasmo no coração. Expressão bonita (a mais bonita em ex-aequo com a vertigem de viver da Lispector). E são os melhores, parece-me.

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Einmal ist keinmal (4)

Além de que um dia terei passeio diário com o meu Cacau, tenho outra certeza sem negociações: que iremos voltar  a bebericar sumo de laranja, cheios de cloro, enquanto a noite cai e naquela praça o movimento se levanta ao som omnipotente da chamada da tarde para a oração (sensação de paz que aquela chamada me traz sempre, paradoxal tendo em conta os tempos em que vivemos e as imagens que nos amedrontam). Certeza porque quer volte sozinha, com outra(s) pessoa(s) ou mesmo numa excursão tipo Inatel já de mãos enrugadas e cabelos brancos, será sempre contigo.

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Raspa likes this (2)

Do torpor e tensão baixa causados pelo calor

De ter de dormir de janela aberta a ouvir os sistemas de rega da biblioteca

De os dias serem longos, os horários flexíveis e asim poder ir “correr” pelas dez e jantar pelas onze (sou castelhana nos ritmos)

Deste blog de apontamentos capaz de induzir nas almas mais sensíveis o Síndrome de Stendhal

 Deste vídeo

Desta divagação

Da rapidez da Amazon e de um dos itens da minha encomenda me ter prendido às 8:30 da manhã, ao chegar, durante uma hora. E teria sido mais não tivessem o dever e a sede falado mais alto. Só gosto destes livros, que acorrentam à primeira. É este (impressão minha ou a temática académico envelhecido a lutar com demónios do envelhecimento, solidão,  sexuais e de mérito é tema recorrente?)

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As grandes conquistas da minha vida adulta

proibidas ou escondidas pelas autoridades paternais até eu conquistar mesada e vontade própria. Cada infância tem as suas dificuldades, as minhas foram estas e  tentar convencer a cada Natal os meus pais, pouco criativos e inaptos a esconder presentes,  que sim, que acreditava muito no Pai Natal:

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But beware my heart can be a pin

Já vi, não a versão original, mas a ficcionada com a Drew Barrymore. A beleza em ruínas, as fachadas teatrais, a recusa em vestir o cinzento dos dias e o sacudir de plumas imperias quando tudo rui causa-me sempre, por uma conjunção de factores históricos, estéticos e genéticos, uma comoção paralisante. Vou por isso abster-me de ver o original. O Rufus de barba, por outro lado, já é uma comoção mais veraneante.

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“I promise. I will never be your friend. No matter what. Ever”


Proclamo os meus pasteís novos como os melhores soporíferos jamais inventados. Isso e cansar o corpo na àgua. Proclamo o senhor que diária e cuidadosamente alimenta o gato amarelo abandonado ( e que ontem o procurava aflito) a pão-de-ló como o meu vizinho preferido ( vizinho preferido: o gato estava nas minhas traseiras, dei-lhe tostas que imperialmente ignorou, gostei dele , é exigente). Proclamo aquela rapariga daquele conto do Pedro Paixão ( a que viva para comer chocolates e mergulhar em filmes) como o meu alter-ego literário. E proclamo a frase acima como a única declaração decente e aceitável entre dois amantes.

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“Now it’s your turn”

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Pont Neuf

Não sou literalmente uma pintora que lentamente perde a visão mas causa-me uma certa inquietação ir virando páginas no calendário e ainda não: saber dançar tango, falar francês, costurar, criar beleza com  pasteis coloridos, dominar a arte da pastelaria, encontrar e decorar o lugar que me faça sentir “just like Tiffany’s” e ler o Ulisses.

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Product review (2): Becel proactiv versus Milhafre

A primeira comprei-a passada sexta nem sei bem porquê e só pagarei por ela novamente por ordem altamente tendenciosa de qualquer médico.Testei-a agora num pão pita. Caríssima. Sem sal, onde já se viu? Nem dá luta a espalhar no pão. Desconfiarei seriamente de qualquer alma com menos de 90 anos que a consuma (sim, eu julgo as pessoas pelo recheio do carrinho de supermercado, sou uma snob do retalho).

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Principais resultados de 45 minutos

a limarem-me as unhas e a arrancarem-me bocados de carne com instrumentos de tortura num ambiente spa Ikea (ainda bem que os ataques de feminite são raros):

estou muito desiludida com a Rainha Rania, não era a mais bonita no casamento da Princesa Victória

quero muito um bolero toureiro igual ao da Infanta Elena

a Letizia devia passar uns dias com aqueles gansos do foie gras

a Princesa Victória é parva e quebrou a bonita tradição escandinava de os noivos entrarem juntos na igreja como símbolo da igualdade entre sexos

e é só isto, vou terminar a minha (tentativa de ) sopa e lascar o objectivo destes produtivos 45 minutos.

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