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Mas quem é que me mandou

comprar a Vanity Fair do mês passado? Agora sou incondicional do“team Aniston” , que falta de gosto.

É melhor este mês ficar bem quietinha.Vem a Paris Hilton na capa e todos sabemos que ela é tão absurdamente rica, vai a tantas festas e diverte-se tanto sem sequer ter de trabalhar que é um sacrilégio gostar dela (tem de ser invejada às escondidas, pois claro). Não vou arricar.

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"Here comes the sun, little darling…"

Podia definir a minha vida em duas ou três madrugadas sonolentas e urgentes. Não permitiram máscaras nem hesitações. Duas ou três resumem-me, juro.

Três: uma boa, uma má, outra por decidir.

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É mesmo estranho não existir um único

sítio na internet sobre “o que é que o Bill sussurrou à Scarllet na última cena do “Lost in Translation””.

Quase tão estranho como eu ter insónias em plenas férias, quase tão estranho como as coisas que eu “googlo” ou como, hoje, por segundos ter confundido a luz do entardecer com a do amanhecer.

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Tudo isto:
“The graceful snow-clad mountain stands out unperturbed against the deep blue of the horizon. Yet it is reduced to a tiny hillock compared with the towering strength of the wave which threatens to engulf the struggling boats. Such clever, playful manipulation of the composition is a feature on many of Hokusai’s works.”

Mas também a face de um postal esquecido no fundo de uma gaveta poeirenta e a impressão escolhida para o toalhete que acompanha um sushi de supermercado com o inesperado aviso “without raw fish”.

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Asas (4) – Âncora (6)

A distância certa entre “pés assentes na terra” e “construir castelos no ar” é muito difícil de manter.

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Ódio: modo de reagir

Um encolher de ombros conformado, seguido de um “oh well” meio a sorrir e um comentário qualquer para desanuviar sobre como “enfim, lá se ganharam os olímpicos aos franceses”.
Assim se sacode o ódio por aqui: sem confianças nem grandes conversas.

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mortinha de saudades de acordar à beira-mergulho…

maggie and milly and molly and may
went down to the beach(to play one day)

and maggie discovered a shell that sang
so sweetly she couldn’t remember her troubles,and

milly befriended a stranded star
whose rays five languid fingers were;

and molly was chased by a horrible thing
which raced sideways while blowing bubbles:and

may came home with a smooth round stone
as small as a world and as large as alone.

For whatever we lose(like a you or a me)
it’s always ourselves we find in the sea

E.E. Cummings

…sem fios nem cabos nem redes nem contas nem barulhos de máquinas nem …só os pés na areia muitos quente ou a a pele arrepiada da àgua muito fria…. sem prazos nem pressões nem metas nem…só a sensação de victória de apanhar a concha mais linda a onda mais alta o último raio do pôr-do-sol

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Em Hayk,

uma aldeia da Etiópia, o chão é rochoso e os recursos escassos. A riqueza dos homens não se mede pelo dinheiro mas pela posse de uma enxada e de um ancinho.

Pôr de vez a pobreza na História pode passar por coisas tão simples como ( identificadas por Kate Bird e Laure-Héléne Piron e publicadas no Observer deste domingo):

– Meios de reter a àgua da chuva: A falta de àgua limpa mata 3 milhõe se meiod e pessoas por ano. Investimentos em tanques e fossos e formação em meios de tratar a àgua podem causar um grande impacto.

Redes: A malária mata e muito. A probabilidade de uma picada pode ser bastante reduzida com um simples mosquiteiro à volta da cama.

Parteiras: Investir em treino de boas parteiras que ajudem a reduzir o meio milhão de mulheres que morrem anualmente no parto por falta de conhecimentos de quem as assiste

Livros, canetas, papel: apesar de a educação ser grátis, estes extras tornam-se insuportáveis para quem vive com menos de um euro por dia

Ajuda legal: as prisõeas africanas estão demasiado cheias. Muitos destes prisioneiros são pessoas a aguardar julgamento, em condições desumanas.

Estas coisas simples além de se enquadrarem no célebre “não dês um peixe, ensina a pescar”, têm o dom de não representarem um tostão a mais nos bolsos de chefes de estado duvidosos.

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Inquéritos

Andam muitos por aí, é.

E fui convocada para dois.

Pela Luna, cujo nariz anda a causar furor na blogosfera, um sobre livros.

1. Total number of books I’ve owned:
Não sei, passo meses sem comprar nenhum e depois dão-me umas fúrias e compro à dúzia.

Enchem uma estante aí e meia estante aqui.

Gosto deles. Fazem-me sentir em casa.

2. Last book I bought:

Hihihi, foi hoje. “Toast” do Nigel Slater. È uma biografia baseada em memórias infantis de, erh, refeições, sobremesas e mimos culinários. Está ali a olhar para mim.

3. Last book I read:

Ando a ler coisas obrigatórias que nem ponho aqui o nome para não me acharem esquisita. Mas antes dessas coisas ainda tive tempo de ler o “Daydreamer” do Ian McEwan. Muito giro, as primeiras páginas descrevem a criança que me lembro de ser.

4. 5 Books That Mean a Lot to You:

Huuum,

passei a adolescência a rejeitar os clássicos por isso quando li “Os Maias” naquela do vamos lá ver porque é que falam tanto disto, o factor surpresa ainda o tornou melhor e li de seguida todos os do Eça que apanhei à mão. Por isso “Os Maias” constam de lista por me terem feito ganhar juízo.

Antes disso li muito Pedro Paixão, e gostava mesmno daquilo, ele escrevia de uma maneira muito parecida aos meus diários (mas bastante melhor) e tinha referências a coisas actuais com umas frases meio filosóficas pelo meio para dar profundidade. Devorava os contos como fotonovelas.

Faltam…3,não é?

Ah, os Cinco todos. Nunca mais entrei tanto num livro como entrava nos dos Cinco, belas férias que eu passei quando consegui completar a colecção por uma pechincha na feira da Ladra e me encontrei com 3 meses de férias pela frente e uma montanha de aventurinhas dos Cinco para ler.

Depois dos Cinco fiquei num vazio literário durante uns anos e voltei de rompante com ” A ordem natural das coisas” do António Lobo Antunes. Adorei, aquilo era tudo uma linguagem nova para mim, desde a forma como as personagens eram expostas e falavam connosco, à estrutura do texto tão diferente de tudo o que tinha visto. Além disso fez-me saber exactamente a vida que não quero ter, é obra.

Por último, “The Sea, The Sea”. Li há uns meses e fez-me uma coisa que não meacontecia há uns tempos: tinha saudades do livros, a sério. Pensave nele durante o dia e chegava a casa ansiosa para o ler mais um bocadinho.

5. Now tag 5 people:

As minhas amiguitas blogoreais.

Ufa. Segundo. Convocada pela Sofrega.

Tamanho total dos arquivos no meu computador?

Tem pida que ainda há umas semana tive de me desfazer de mais de metade, que o computador estava lento por causa da música. Agora estou reduzida a 6 gigas.

Último disco que comprei:

Pink Martini, não me lembro do mome e deixei-o na escola. Tem quela muusica de um anuncio de uma carro: “Je ne va pas travailler, je ne va pas dejeuner, je va seulement oublier e depuis je fume….lalalala”. Só gostei dessa.

Canção que estás a escutar agora:

Zero7, “In the waiting line”

5 discos/músicos que ouço frequentemente ou que têm algum significado para mim:

Sem explicações, que as razões das músicas nos tocarem são sempre muito privadas:

Ziggy Stardust, David Bowie

Blindfold, Morcheeba

Into my arms, Nick Cave

Maçã de Junho, Jorge Palma

Rented rooms, Tindersticks

Passo estas perguntas a: Maria Braboleta e Luna.

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Ai ai…

..a idade não perdoa, agora todos os meses compro isto. Segue-se a “Burda” ou a “Pontos e bordados” temo bem.

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Couch surfing

E porque não?

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Inquéritos e minis

Querida Maçãzinha-mais-crocante-do-mundo (Braeburn portanto), aqui vai:

O que fazes neste momento?

Neste momento espero o soninho. Depois de uma semana muito intensa (entre mil pequenas coisas práticas inadiáveis e uma reunião onde desenvolvi ao máximo o sorriso amarelo e o estou-aqui-mas-não-estou entre um misto de piadinhas cientificas nerds e politicas) o fim de semana não chegou ara a descompressão.

Planos para o fim-de-semana?

O fim de semana foi de descanso, com uma ou outra visita a centros consumistas (Regent St e Tesco) e afogada num mar de suplementso de jornais do fim de semana. (mas o próximo promete: visita da Mãe e prima eléctrica, já estou a sacar dos guias para as entreter.)

Que coisas te causam stress neste momento?

O que em causa stress neste momentos é: arranjar um sitio decente para viver, assassinar o arquitecto que inventou as casas victorianas, bombardear todas as casas cuja única casa de banho é atrás da cozinha.

Huum, passo a quem quiser?!

Mas agora o mais importante (sim, que acabo de visitar o sítio do Público), essa sandes de courato marchou ou não?

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Dicas de dieta

Um Snickers em vez de um Cadbury’s Wholenut

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Huuum, estava a fazer batota para ser a Claire (o meu sonho é ser ruiva e zangada com a vida de uma forma "cool"), mas…

Keith
You are Keith, boyfriend to David Fisher. You are a
tough cop who doesn’t take anyone’s shit. And
if you have to shoot them, so be it. You’re a
bit of a live-wire when things piss you off,
but you’re always there when someone needs you.

Which Six Feet Under Character Are You?
brought to you by
Quizilla

Via Bomba inteligente e A causa foi modificada

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Dantes detestava. Agora adoro. Ter o teu nariz. Trago-te no rosto e só eu sei. Só no coração não cabias. Posted by Hello

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Tarnation

” TARNATION is a fever dream of sorts. It crosses and re-crosses the line between high art and bad acid trip, between sordid confession and life-affirming revelation, so many times that those distinctions soon cease to matter.”
—Ron Stringer, LA Weekly

Como fazer da vida um mega-“videoclip”. Como arrumar pequenas dores e inevitabilidades. Uma manta de retalhos comovente e narcisista. Também quero uma minha. Mas muito, muito mais feliz.

(A banda sonora arrepiou-me especialmente, parecia que estava a ouvir o ficheiro “My music” em modo aleatório.)

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Da variedade do género humano(2)

Festa de amigo do amigo. Sucessão de caras desconhecidas, apresentações rápidas sorridentes, a certeza assustadora que só uma décimo dos nomes vai ficar retido e julgamentos rápidos dos pés à cabeça só mesmo para ir arrumando os rostos em gavetinhas familiares. Aquele tem tiques, aquele tem um ar nervoso, aquela é sonsa. Tudo em gavetinhas, já está.
E tudo nas erradas. A sonsa tocou com uns amigos de improviso e ganhou outro brilho, juro que dançava sem se mexer. O dos tiques tinha um discurso envolvente. O nervoso falava cinco línguas. E é refrescante saber que existem pessoas que realmente têm interesses em fazer coisas pelo simples prazer de o fazer. Que aprendem uma língua só porque sim e não porque ficará bem no cv com que se concorrerá à multinacional dos seus sonhos, que tocam instrumentos completamente fora de moda que nunca os levarão ao “Ídolos” ou a uma editora só porque realmente gostam, que sobrevivem aos tiques fortalecidos com uma bagagem de valores e descontracção.

Um dia destes vou deitar fora as gavetas, juro (assim que conseguir sair da minha).

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Da variedade do género humano

Num documentário sobre os serviços sanitários de Nova Iorque, entre a listagem das tarefas mais repulsivas que já vi na vida (e que me fizeram encarar as segundas-feiras com um sorriso nos lábios que deixa as pessoas que se cruzam comigo na rua baralhadas), apareceu uma equipa que tinha por missão descontaminar apartamentos. Descontaminá-los depois daquelas mortes que sempre pensei serem mitos urbanos: em que ninguém dá pela falta da pessoa até o cheiro intrigar os vizinhos.
A equipa era composta por um senhor gordinho com um ar eficiente que, claro, “não sonhava desde pequeno fazer aquilo mas alguém tinha de o fazer e ele tinha orgulho em fazê-lo o melhor que podia”, e por um rapaz ainda sem barba que mascava pastilha com os olhos muito abertos. Já ia mudar de canal quando ele começa a explicar que ADORAVA aquele emprego. Sentido cívico? Não, puro “vouyerismo” mórbido. Ele gostava do “décor” de vísceras, dos pormenores macabros de miolos liquefeitos, tirava fotografias para um albúm especial, sentia-se priveligiado por poder assistir na realidade “ao que apenas parece nos filmes” para o comum dos mortais. Teve sorte, no fundo, em ter descoberto a vocação. Aposto que nehuma orientadora vocacional lhe teria tirado a pinta.

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Inacabado

Não gosto quando os filmes ficam em suspenso. Para imaginar o que irá acontecer, temer o que poderá acontecer, desejar que aconteça isto ou aquilo e depressa tenho a vida. No cinema gosto de um desfecho. Tipo conto de fadas ou romance de faca e alguidar. Que morram todos ou tenham muitos meninos, tanto faz. Às vezes nem fico a pensar muito nisso, quero lá saber. Mas, e estes dois, ficaram juntos ou não?


“I’m designed to feel slightly dissatisfied!”

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Realmente vivemos tempos de crise…

…até o nosso PR já tem de andar para aí a fazer candidaturas espontâneas.

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