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Declaro abertas as hostilidades natalícias!

Está ali à espera do teste comparativo com as azevias (tenho cá um pressentimento que não tem hipóteses)

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Resolução de ano novo

Ser produtiva, trabalhando menos horas. Ou seja: começar cedinho!

(resolução difícil de cumprir, acredito que existe um predisposição genética em portugueses, espanhóis, gregos e sul americanos para o contrário)

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Às vezes precisa-se de um “tens razão”, de um afago, de um “pois é, não devia ser assim”.

Mas a maior parte das vezes nada é tão eficaz como um “deixa-te de merdinhas”.

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Já acreditavas dominar o malabarismo quando tropeças nas pequenas e importantes coisas, no milionésimo tijolinho que nos distingue uns dos outros. É a tua armadilha sempre. Cala-te as palavras, baralha-te as mãos e leva-te os olhos para longe.
Entre o que se aproxima demasiado rápido e o que vagarosamente se afasta sem que o consigas agarrar não consegues escolher.
É grave, e tu sabes, quando nem aquele verso te dá descanso, quando nem aquele refrão te adormece. Muito mais grave quando o abraço que precisavas há muito partiu.

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Serviço público

Woody Allen

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Plano A para o fim-de-semana.
Alinhas?

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E se eu fosse vender gelados para as Caraíbas (2)?

Ah, e dá-me vontade de rir a partir da meia hora em “reuniões sérias”.
E de fugir de mansinho antes de “apresentações sérias”.

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E se eu fosse vender gelados para as Caraíbas?

Não consigo chegar ao trabalho antes das nove nem trocar os bocejos e a “Vogue” pelo “laptop” e cara preocupada em viagens de comboio.

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Exagerada

Como se uma auto-estrada fosse a corda bamba.
Sem rede.
Nem vara.

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Olá tempo frio! (2)

Birra.
Tenho saudades das broas de batata-doce da minha Mãe e da simpatia e castanhas assadas perfeitas do vendedor da Praça de Londres.
Combinam muito melhor com as folhas do meu Outono que o folclore “Hallowenesco”.

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Olá tempo frio!

Provado e comprovado: lambidelas nos dedos e raspar dos rastos que ficam no prato.

Tão “chocolatoso” que até eu me satisfaço só com uma fatia.

Chocolate and almond cake (“River Cafe Easy Italian”)

Chocolate 70% 180g
Unsalted butter 180g
Blanched almonds 200g
Eggs, organic 8
Vanilla pod 1
Caster sugar 215g
Cocoa powder 60g
Salt a pinch

Preheat the oven to 150/300F/gas mark 2. Line a 23cm cake tin with greaseproof paper, and grease with extra butter. Break the chocolate into pieces. Cut up the butter into pieces. Grind the almonds fine in a food processor. Keep two eggs whole, and separate the other six. Chop the vanilla pod. Melt the chocolate and butter together in a bowl over simmering water. Allow to cool. Beat together the two whole eggs with the six egg yolks and 200g of sugar. Fold in the cocoa powder and ground almonds. Mix together with the melted chocolate, then stir in the chopped vanilla. Beat four of the egg whites to stiff peaks with the salt. Fold in the remaining 15g sugar. Gently fold the whites into the chocolate mix. Pour into the prepared tin and bake in the preheated oven for 25 minutes. Turn out when cool, and serve dusted with extra cocoa powder. We use unsweetened cocoa powder from Valrhona to dust this cake. Put the cocoa into a fine sieve and dust directly on to the surface of the cake.

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"Working from home"

com o quarto a cheirar a frésias.

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A vida num só dia

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And to the man who would be king I would say only one thing lalala lalalalala lala

Afinal gosto do Pete Doherty.

Uma “rock star” tem de ser assim, não é?

Já não há estômago para “rock stars” a dar conselhos de dieta e a afirmar com ar angélico que não fumam e meditam e até são budistas, pois não?

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Dias…

…em que uma rapariga precisa de conforto:

outros em que só um “confidence booster” nos salva:

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Fui a

um país onde não ouvi gritos nem vi ninguém a correr. Os comboios chegavam a tempo ao segundo, os senhores dos bilhetes e os outros passageiros sorriam. Tudo muito verde e limpo …e andei o tempo todo aflita, meio desconfiada, a achar que alguma coisa estava mal, sempre à espera quie viesse alguém com uma metralhadora ou uma bomba de confusão desmascarar aquilo tudo.

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O "Tal"

O que ao aviso:
“às vezes fico chata e calada, caio muito fundo dentro de mim e demoro-me por lá”

respondeu:
“então eu caio contigo”

e não:
“eu seguro-te”.

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Movida a adrenalina e ansiedade

fico feia. As olheiras fundas e o excesso de trabalho e café ficam-me mal. Fico rezingona, apressada e não me reconheço. Tento fazer tudo muito depressa e, lei de Murphy “oblige”, sai tudo mal.

Que isto passe depressa que tenho de ir comprar sapatos, estrelícias e experimentar aquela coisa de viver.

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No news is good news

Folheei, por curiosidade o jornal local: depois de esmiuçar a inesperadíssima notícia (veiculada por jornalistas feias e invejosas) de que a Kate Moss snifava coca, tinha nas páginas centrais a história do Henry. O Henry é um “labrador” que salvou um coelhinho da àgua. As opiniões sobre o Henry dividem-se: segundo alguns ele é um herói, para outros o Henry é um inútil porque os “labradores” servem para fazer tudo aos coelhinhos menos salvá-los. Só espero que a polémica seja desenvolvida na próxima edição.

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Segurança "oblige"

Depois de duas ou três quedas e uma cabeçada no pasteurizador lá me convenci. Trabalho de galochas.

Feias feias feias. Mas não me rendo: vou pintá-las às florzinhas, está decidido.

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