Quem gavetas arruma a cabeca desarruma
Ditado popular by Raspa (criado entre limpezas de Primavera, o meu novo substituto para o odiado ginasio)
post sem acentos, como se ve
Quem gavetas arruma a cabeca desarruma
Ditado popular by Raspa (criado entre limpezas de Primavera, o meu novo substituto para o odiado ginasio)
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trovoada lá fora enquanto a televisão e a BBC online me dizem que está um “sunny day”.
Impermeàvel? Havaianas?
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Para além de diálogos perfeitos, um enquadramaento da história que não cai em moralismos nem vitmizações (o que seria tentador uma vez que é acerca de uma família poligâmica), tem a Chloë Sevigny como “2ª mulher” e a Jeanne Tripplehorn (aquela da verdadeira cena quente no Instinto Fatal) como “1ª mulher”.

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Agoniada, angustiada, a olhar em volta quando vou sozinha na rua. E já passaram mais de 24 horas desde que vi o United 93.
(Apeteceu-me bater palmas quando o extintor foi esmagado na cabeça daquela alminha, mas achei muito à anos 20 tanta interacção com o filme.)
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é o Lady’s Day em Ascot. Vou celebrar a meu interesse por futilidades (adquirido algures entre os 4 e os 5 anos) e comprar a Hello! para ver os chapéus. Não tão bom como o especial “365 vestidos da princesa Diana” mas bem melhor que casamento da Jordan.

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Passar um dia inteiro a ler um livro chamado “The science of ice-cream” e só ter à mão uns Olázecos não pode, de modo nehum, ser bom para minha felicidade.
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A man walks out of his apartment,
It is raining, he’s got no umbrella
He starts running beneath the awnings,
Trying to save his suit,
Trying to save his suit.
Trying to dry, and to dry, and to dry but no good
When he gets to the crowded subway platform,
He takes off both of his shoes
He steps right into somebody’s fat loogie
And everyone who sees him says, “Ew.”
Everyone who sees him says, “Ew.”
But he doesn’t care,
‘Cause last night he got a visit from the
Ghost of Corporate Future
The ghost said, “Take off both your shoes
Whatever chances you get
Especially when they’re wet.”
He also said,
“Imagine you go away
On a business trip one day
And when you come back home,
Your children have grown
And you never made your wife moan,
Your children have grown
And you never made your wife moan.”
“And people make you nervous
You’d think the world is ending,
And everybody’s features have somehow started blending
And everything is plastic,
And everyone’s sarcastic,
And all your food is frozen,
It needs to be defrosted.”
“You’d think the world was ending,
You’d think the world was ending,
You’d think the world was ending right now.
You’d think the world was ending,
You’d think the world was ending,
You’d think the world was ending right now.”
“Well maybe you should just drink a lot less coffee,
And never ever watch the ten o’clock news,
Maybe you should kiss someone nice,
Or lick a rock,
Or both.”
“Maybe you should cut your own hair
‘Cause that can be so funny
It doesn’t cost any money
And it always grows back
Hair grows even after you’re dead”
“And people are just people,
They shouldn’t make you nervous.
The world is everlasting,
It’s coming and it’s going.
If you don’t toss your plastic,
The streets won’t be so plastic.
And if you kiss somebody,
Then both of you’ll get practice.”
“The world is everlasting
Put dirtballs in your pocket,
Put dirtballs in your pocket,
And take off both your shoes.
‘Cause people are just people,
People are just people,
People are just people like you.
People are just people,
People are just people,
People are just people like you.”
The world is everlasting
It’s coming and it’s going
The world is everlasting
It’s coming and it’s going
It’s coming and it’s going
Regina Spektor
Ghost of corporate future
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Depois de te entreter, o Alex Kapranos (que escreve sobre comida no Guardian) pegou nos outros 4 e jantou algures por Lisboa. E gostou:
“It is worth going to Lisbon just to eat Azeitao cheese. The ancient, muslin-wrapped rind looks like the skin of an Egyptian mummy. The top has been sliced off and a tiny spoon stands in the runny interior. It is made in Portugal’s highest mountains from raw, unpasteurised ewe’s milk, using Cardoon thistle instead of rennet.”.
Apesar de me parecer que ele está a trocar alhos por bugalhos (neste caso Azeitão por Serra e Bairro Alto por Alfama, “how proud are we”?
(pequena nota: no melhor do meu conhecimento, o Alex é o primeiro britânico a apreciar a nosso “Egiptian mummy cheese”. Cada vez que o tentei partilhar a resposta foi uma careta ou um bem-educado “interesting flavour” mesmo antes de um copo de àgua à pressa para lavar o “interesting flavour” da boca)
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Sim, até aqui.
Estou a criar uma dependência de “mazagrin” e meu cérebro não consegue ir além observar o espreguiçar dos gatos do quintal, logo hoje que eu até preciso dele.
No Guardian vem um artigo sobre as melhores dedicatórias de escritores. A Zadie Smith (que me recuso a ler por pura inveja: talentosa, gira, mil prémios literários, festas da “Vogue”, casada com um poeta giro talentoso, o Nick Laird) escreveu assim no “On Beauty” para o Nick Laird:”blablablah…Most of all I thank my husband, whose poetry I steal to make my prose look pretty. Its Nick who knows that “time is how you spend your love”, and that’s why my book is dedicated to him, as is my life”. “As is my life”, a lamechas dentro de mim rendeu-se, vou comprar o livro. Uma rapariga precisa de bom modelos e a inveja é feia.
Mas nem tudo é mau, apesar de me ter apaixonado de novo, o meu objecto de afeição é da Chloe e não da “high street”. O que me reduz significantemente a probabilidade de partir um perna este Verão.
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cão, gato, quem sabe galinhas. uma fonte. um limoeiro. luz amarela. um caminho de terra que cheire a terra para pisar e cheirar descalça. e vagar. viver devagar.
(hoje sou ratinho do campo , que fazer?)
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…dei em tontinha e ando a ler um livro de economia. Mais especificamente de “especie de economia explicadas as criancinhas e as pessoas que comecam o jornal pelos suplementos de moda”. Estou a gostar e a perceber que sou o tipo de cliente preferido de qualquer empresa: “caio” em todos os truques descritos nas primeiras 40 paginas. Espero salvacao no resto do livro. Vou ser o orgulho da minha Ermelinda que regateava tudo desde o pao ao ouro. Mas vou continuar a comprar “Fair Trade”.
(raspa sem acentos)
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Em Status Anxiety (sim goza lá, o livro de “auto ajuda” que me roubou umas valentes horas na Páscoa), Alain de Botton, identifica como soluções para ânsia de ser* mais e melhor (ou pelo menos mais e melhor que as pessoas a que nos consideramos comparavéis) a filosofia, a arte, a política, o cristianismo e a boémia.
A minha preferida é a boémia. Mais precisa e tristemente, ler a boémia de uns e imaginar como terá sido divertida a de outros.
*ser/ter dependendo do grau de “burguesite”

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em vez da MTV, é a Saturday Kitchen e o Master Chef Goes Large que me embalam. São uns snobs a torcer o nariz às pretensões de agentes imobiliários e vendedores deixarem de ser o que são para serem “chefs”. Mais embaraçoso ainda que as primeiras fases do Ídolos e mais viciante ainda que a hipnose hip hop da MTV.
Entre o secador, o e-mail, o descarte às senhoras de uma religião qualquer que me bateram à porta, o blogue, o “porridge” e o jornal de ontem dou por mim a tentar adivinhar o que une uma nação no desejo de mudar de carreira para “chef”: puro escape? publicar uns livros e aparecer de avental na capa? ser melhor que os arqui-inimigos franceses? embalar as manhãs preguiçosas de sábado de pessoas como eu? Sim, deve ser isso.
Acho que vou comprar o teu presente, seguir a inspiração do jornal de ontem comprando o livro da Tracey Emin, e ignorar a inspiração televisiva das manhãs de sábado almoçando um sushi falso por aí.
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Os passarinhos e as àrvores e o verde e a Natureza a explodir. Tudo muito lindo. Não fosse eu descobrir que isso da febre dos fenos existe mesmo (não é invenção de pessoas que estão só a tentar mais hipocondrícas que eu) e que torna um cortador de relva a menos de um km uma ameça à integridade do kohl nos olhos.
Salva-se a floresta de rúcula selvagem e salsa que consegui fazer crescer.
Fiquei quase tão espantada de descobrir que com umas sementes, terra, àgua e as minhas mãozinhas (e as tuas Darling, não refiles) se faz crescer coisas que custam 600 paus por 100 gr como quando desccobri que com uns ingredientes e uma receita saía comida!
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A Jane Birkin e o Segre Gainsbourg quando gravaram o “Je t’aime moi non plus” não estavam juntos a fazer coisas. Nem sequer estavam juntos. Nem no mesmo estúdio em cabines vizinhas. Nem no mesmo país.

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é sinusite, mas o anoitecer de ontem acompanhado dos versos “Confusion in her eyes that says it all/She’s lost control/And she’s clinging to the nearest passer by/She’s lost control/And she gave away the secrets of her past/And said I’ve lost control again” ao vir para casa depois de 4 horas a contar bolinhas (“Don’t. Ask.”)causou-me um delírio febril. Hoje tirei a manhã para recuperar. A pintar as unhas. Cor de Ucal (dos antigos que eles agoram andam a poupar no chocolate).
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Levantei-me de madrugada a semana toda empenhadissima em coisas que nao deram grande resultado, estraguei um tubinho que custa tanto como os sapatos dos meus sonhos deste Verao, vou ter construtores no quarto em breve.
Entao porque este sorriso estupido estampado na cara?
Ou foi de andar a plantar coisas (a minha sempre me disse que isso atraia boa disposicao) ou e do sol e dos passarinhos, flores e afins coisas primaveris. Nem quero imaginar que pateta alegre eu seria num pais tropical.
(Raspa sem acentos)
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