i carry your heart with me(i carry it in
my heart)i am never without it(anywhere
i go you go,my dear; and whatever is done
by only me is your doing,my darling)
i fear no fate(for you are my fate,my sweet)i want
no world(for beautiful you are my world,my true)
and it's you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you
here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life; which grows
higher than the soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
i carry your heart(i carry it in my heart)
e.e.cummings
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saudades de piqueniques em sítios secretos e pequenos almoços preguiçosos com jornal, café e mimos
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Daytime TV
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Acabo de ver uma “romcom” dos anos 70 ( A touch of Class). Confirmei como a moda é cíclica e os diálogos românticos intemporais. Só percebi que o filme era tão antigo porque o Soho estava muito diferente. As roupas eram iguaizinhas às que estão penduradas nos saldos da Topshop de qualquer “high street” e a história igual a tantas outras outras ficcionais ou não.
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Este blogue
está imerso numa nuvem de dever. Palavras e mais palavras que têm de ser escritas
para dar sentido á vida das 9 às 5 dos útimos 3 anos.
Aposto que a frequência das postagens vai aumentar. Ninguém procrastina melhor o que eu.
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Classificados (13)
Precisa-se de muita e contínua inspiração e doses regulares de assertividade.
Isto chegou a um estado em que até a Vogue
e os Green and Black’s perderam os poderes mágicos.
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Classificados (12?)
precisa-se urgentemente
de soluçao tampão para o coração.

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These are few of my favourite things
esta semana:
Brothers and sisters a minha nova “telenovela”, é que já nem embirro com a Calista (Luna, se já estiver naquele “sítio” que me revelaste processo-te por sabotagem à produtividade).
A banda sonora da Marie Antoinette (Maçãzinha, nem a a música te convenceu?).
Chocolate barato recheado de gelatina de rosas (ligeiramente melhor do que soa)
Estes sapatos da avozinha, cor-de-burro-quando-foge e pele de animal indefinido (fortes candidatos a arrancar um “pois são o teu estilo, assim meio esquisitos” ao Darlingzinho):
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Passei de minimalista
a “hardcore kitsch”. Tento acalmar-me a pensar que é da idade ou talvez da exagerada exposição a tecidos florais “Laura Ashley”, mas não deixo de me sentir estranhamente culpada ao procurar por isto no Ebay:
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Eu sei
que com as estufas, transgénicos, maçãs do Brasil, alhos do Chile e salsa de Israel a eliminarem a sazonalidade das nossa vidas não faz muito sentido mas continuo a pedir um desejo quando como as primeiras cerejas do ano. Hoje entusiasmei-me e pedi um por cada cereja mesmo. É que acredito na Fada das cerejas. E na das Estrelas Cadentes.
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Cuidado!
Isto de viver longe da pátria e salivar diariamente pelo cheiro a pão quentinho acabado de cozer e por carreirinhas nas águas frescas de um Atlântico bravo tem efeitos secundários.
Por exemplo, mesmo agora (“real time blogging”, oh yeah) o modo aleatório do Itunes deu-me Mafalda Veiga. Em vez de me interrogar sobre o que é que esta “#$%&##$ está a fazer no meu computador, ouvi satisfeitinha e de coração aconchegado até ao fim.
Só um exemplo entre um rosário de pequenas vergonhas (comecei a não desgostar de Mateus Rosé, lágrima no olho quando ouço o hino, deixei de desprezar broncos com camisolas da selecção…), só para avisar.
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Coisas que ficam muito importantes quando as muito importantes
se impõem feitas parvas. O que é que o Bill Murray sussurrou à Charlotte na última cena do “Lost in Translation”?
Decidi dar ao uso ao Google e encontrei esta ligação (http://members.optusnet.com.au/bruisedchickpea/lit.wav) que supostamente tem o som optimizado para se perceber tudo sílaba a sílaba. Só percebo o OK no final. Ajudas?
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Meme?
Luna, depois de algum esforço percebi o conceito, mas estou aqui a pensar a pensar e acho que tenho de admitir: não gerei nenhum que me lembre.
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Exorcismo
Andava há cinco dias só a pensar em “coisas”. Assim do trabalho e outras miudezas na linha de onde irei viver dentro de 5 meses e o que quero ser quando tiver mesmo de ser alguma coisa.
Hoje, ufa, voltei a mim. Tenho a certeza absoluta que foi enquanto explicava à “housemate” as razões da separação do Príncipe William e da Kate. Desenvolvidas com ilustrações e comunicados de “observadores reais” no especial 20 páginas da Hello.
Tinha saudades minhas e desconfio ter muito jeito para “observadora real”.
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Salvem-me, estou a um passo de ser obrigada a usar sandalias Coronel Tapioca com meias diariamente!
O e-mail da responsável de Higiene e Segurança de hoje:
“Trips & FOOTWEAR
As no doubt you are all aware, XXXX sustained a fall earlier this week which resulted in a broken vertebra in her lower back.
The cause of the fall is still unclear but it is thought that her choice of foot wear may be a contributing factor.
When wearing sandals to work, it is strongly recommended that they are low heeled/flat with both ankle & toe straps”
Isto está a ficar grave. Maçarem-nos porque estamos a beber chá enquanto mexemos em acrilamida ou coçamos o nariz com as luvas sujas de corantes cancerígenos ainda vá, mas retirarem a dignidade a uma fã da Carrie já é ir longe demais.
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Bring on the cocoa
Truques e amuletos que vencem o pânico da página em branco.
Ou uma desculpa para eu contribuir para riqueza da Green and Black’s.
E cientificamente comprovada, são as endorfinas.
Em “Works like a charm”, Guardian
(http://books.guardian.co.uk/departments/generalfiction/story/0,,2056935,00.html)
Douglas Coupland: chocolate
“Last summer I had some stomach problems and had to remove several items from my diet – chocolate, hard liquor and tomatoey foods. Around that same time began a period of writer’s block that, after seven months or so, began to frighten me. I think all writers are superstitious that way – that somehow, some day, whatever it is that makes their voice their own will simply leave. When you’re inside writer’s block it’s horrible because you’re simply not you any more. You’re this person who used to be you. Now you’re this person who’s going to have to get a day job.
This winter I also began going to the gym with a trainer five days a week, and after a few weeks I noticed that, in general, when exercising, my endorphins take about 45 minutes to kick in. I’ve never been a jock and I always thought endorphins were a media hoax, but they do exist, and once your system releases them, exercise becomes fun.
I asked my trainer, Neil, how long it takes his endorphins to kick in, and he said maybe five minutes – so I began to wonder if maybe there’s one simple chemical reason for jocks being jocks and nerds nerds: endorphin release rate. I asked Neil if he could find out if there was a food or a pill I could eat before the gym to speed up endorphin release. His answer? Chocolate.
So I began eating dark chocolate two hours before working out and was shocked at the almost instant change in my body’s response to activity – I loved it – my happy chemicals were releasing within five minutes. I was wary of a placebo effect, but it’s been a month now, and my endorphins kick in, bingo, right on the five-minute mark.
But the big shocker was that my writers’ block ended. This was a block so bad that in its midst writing even these simple few hundred words could never have happened. And I owe it to chocolate: specifically, Baker’s milk chocolate chips, which come in 300g bags – the chips used in chocolate chip cookies. Without these chips, there is no work. It’s that binary. I keep them to the left of my keyboard and I eat maybe 50 or so medicinally once a day.
The one sad thing that happened as a result of this is that I no longer enjoy the taste of chocolate – my brain has reclassified it as a medicine and, frankly, I wish I could take chocolate pills and not have to taste it any more. Nature is, if nothing else, perverse.”
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Hay fever
Hoje durante 2 minutos a caminho da escola, entre uma estrada barulhenta e um relvado muito grande choveram-me florinhas em cima. Umas pequeninas cor-de-rosa e brancas. Valeu os 500 espirros.
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A terapia Maria Antonieta desta semana envolveria
um ou dois ou dez dos vestidos cor-de-burro-quando-foge amarrotadinhos da nova colecção da Bottega Veneta.
(num registo mais realista de bolseira será esperar que a Topshop os imite razoavelmente bem e depressa)
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O que é que a Carrie responderia?
Hoje um informático de sandálias com meias gozou com os meus sapatos encarnados (os preferidos): “Ready to follow the yellow brick road?”.
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Há quem deixe
de comer ou coma demais, quem beba, fume, fuja, tome comprimidos, dance, ria para esquecer. Eu, quando sinto o controlo sobre a vida a escapar, faço listas. De tudo: o que preciso de comprar, fazer, o que quero, o que sonho, o que tenho de mudar, listas das listas que tenho para fazer.
Ah, o poder ansiolítico de riscar “responder ao e-mail de x”, “preparar aula prática” e “comprar alface” numa só tarde.
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