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Vale a pena ver castelos no mar alto?

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Domestic goddess

Primeiro ataque à arte da compota. A minha vertente optimista diz que a panela ainda sobrevive. A minha vertente infantil chama pela mãe. A minha vertente cientista teme pelo futuro destes morangos, de certeza que toda a pectina saiu na espuma e a textura ficou comprometida. A actualizar, que mudei de panela. Devia ser mais fiel à Tefal. Vendo bem, devia ser mais fiel às compotas “Bone Maman”.

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Predestinada (2)

Uma vez desenhei uma boneca sem pés nem chão (mas com as pernas muito compridas) a sorrir e a apontar para o céu para me apresentar aos senhores de recursos humanos de uma multinacional. Queriam um líder, eles. Pois.

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Predestinada


Paula Rego, Dancing Ostriches

No Carnaval em que me mascarei de bailarina, e que prometia ser o mais feliz dos três ou quatro até então, apanhei papeira. Meia hora de fitinhas, cetim e tule e que logo foram trocados por pijama, termómetro e rabujice.

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Defeitos (2)

Ando à procura de casa para alugar. E sou péssima nisso.

Desde muito pequena que tenho fascínio por espreitar pelo canto do olho janelas entreabertas, entrar nos quartos alheios, ver que livros e fotografias têm expostos, que revistas estão esquecidas nas escadas, que perfumes estão acumulados nas prateleiras das casas de banho, se em cima da televisão está um “naperon” ou se a dobra do sofá esconde uma moeda. Isto torna-me péssima na procura de casa. Em vez de reparar se os quartos são grandes, se têm bolor, se as torneiras funcionam, se o frigorifico é decente e as janelas viradas ao sol ando de cabeça torcida a espreitar os títulos dos livros nas estantes. Em vez de ouvir as explicações dos potenciais senhorios sobre rendas, depósitos e essas coisas chatas tento ler os recados escritos a letra miúdinha nos “post its” do frigorifico. Estou indecisa entre a a que tinha meia colecção da Penguin numa estante improvisada e a que precisava de cenouras com urgência. Mas provavelmente vou escolher a que ainda não vi e que está desabitada, nessa já devo conseguir focar-me no essencial.

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Dantes detestava. Agora adoro. Ter o teu nariz. Trago-te no rosto e só eu sei. Só no coração não cabias. Posted by Hello

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