Há dois anos, através do nevoeiro hormono-emocional de segurar nos braços a minha primeira e recém nascida filha, ouvi assim “O Lou Reed morreu”. Apesar da nuvem “top floor “de felicidade onde me encontrava, fiquei por uns instantes triste . Poucos outros acontecimentos a “estranhos” teriam tido esse pequeno-grande efeito naquele momento.
Hoje, já com sensibilidade musical visível e capacidade de a expressar, ouço-a refilar ao parar de dançar no término do som via youtube desta musica “o senhor? foi-sembora?”. Foi. Mas não.