Já vi, não a versão original, mas a ficcionada com a Drew Barrymore. A beleza em ruínas, as fachadas teatrais, a recusa em vestir o cinzento dos dias e o sacudir de plumas imperias quando tudo rui causa-me sempre, por uma conjunção de factores históricos, estéticos e genéticos, uma comoção paralisante. Vou por isso abster-me de ver o original. O Rufus de barba, por outro lado, já é uma comoção mais veraneante.