na zona mais popular de um destino de passeio pós-almoço familiar.
Entre as frases ouvidas:
Pai para filho que se tentava equilibrar nuns patins em linha – “Vê lá se não cais, ó cabrão”
Mãe para pai de uma menina moreninha, cheinha e rosadinha como a música Maria albertina – “Ó Zé nã te vás embora, anda escolher o gelado da menina”, ao que o pai respondeu do alto da sua tatuagem, ar niilista e cigarro ao canto da boca “grssshumpft dasse”
Vendedora de tremoços, pevides, colares de pinhões e nougats -“coma tramoço menina que cura as diabretes todas”
Senhor simpático a fazer piada na banquinha da ameijoa real – “Fartam-se mijar, as gajas”
“Aoperta aperta com ela….” – música bem alta a ser emitida, para os ocupantes que descansavam descalços no areal, de uma carrinha branca comercial enfeitada com toda a parafernália existente na loja do Benfica.
Claro que comi uma bifana, um colar de pinhões, trouxe “tramoços” não vá o diabo tecê-las e ainda ameijoazinhas para preparar como Bulhão Pato nos ensinou. Got to love this, estou lá batida para a semana.