– O “Milk” mesmo visto com a neura é um “granda” filme. E a interpretação do Sean Penn com alma e sem maneirismos uma “granda interpretação”. E a luz, a intercalação de cenas de arquivo com a ficção do filme, a morte no final filmada em quatro tempos, um deles a visão pela janela do cartaz da ópera favorita do Harvey…Talvez reveja.
– Fazer 30 anos não dói, mas espanto dos espantos, não traz maturidade e serenidade instantânea. “Storm in a teacup” forever, parece-me
– Ouvi na televisão: “Discutir lances duvidosos faz parte da magia do futebol”. Gostei, talvez comece a interessar-me por futebol em breve.
– Esta noite estava a lua mais linda que já vi, aliás vou ja sair daqui outra vez para a contemplar mais um bocadinho (vou tentar fotografá-la para ilustrar isto). É por estas e por outras, como ceus estrelados, barulho dos grilos, noites de silencio e espaço que cada vez sou mais ratinho do campo.
maturidade e serenidade…ehehe à poucos dias presenciei o significado disso, quando vi tres velhos a gozar/brincar com uma velha conhecida/vizinha deles durante o almoço todo sem nunca soltar uma gargalhada ou por de lado a cara séria! ehehe isso sim é maturidade e serenidade! ehehe
ainda não fui ver o milk mas aconselho o dream of life da patti smith!